Café da Semana

A semana que a AI decidiu fazer das suas

Walter Gandarella • 18 de agosto de 2025

Olá malta! Estamos de volta depois de uma longa pausa de férias e, caramba, que semana escolhemos para regressar! Enquanto andávamos a apanhar sol e a descansar, o mundo da tecnologia e inteligência artificial não parou nem por um segundo. Esta semana foi particularmente interessante - tivemos desde bots que se juntam para manipular mercados (quem diria que a AI também gosta de um bom esquema?) até ao lançamento do tão aguardado GPT-5. É como se a AI tivesse guardado todas as surpresas para quando voltássemos. Preparem-se para uma viagem pelos acontecimentos mais marcantes dos últimos dias!

«Dumb» Al Bots Coludem para manipular os mercados

Hedge funds lançam bots de AI em bolsas de valores e títulos - mas eles não competem apenas, eles estão em conluio. Em vez de lutar por retornos, eles fixam preços, acumulam lucros e marginalizam os traders humanos. Agora, um trio de pesquisadores diz que esse cenário está longe da ficção científica.

Bem, isto é ligeiramente assustador, não é? Parece que os nossos amigos robóticos aprenderam a arte da conspiração mais depressa do que esperávamos. É como se tivéssemos criado uma versão digital do Wolf of Wall Street, mas com menos drogas e mais algoritmos.

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Anthropic diz que engenheiros da OpenAI usam o Claude Code antes do lançamento do GPT-5

A Anthropic revogou o acesso da OpenAI à API Claude depois que os engenheiros da OpenAI foram encontrados a usar as ferramentas de programação da Claude. A Claude Code é considerada melhor do que qualquer outra ferramenta de programação na indústria de programação de AI e é usada no desenvolvimento da Claude. A Anthropic confirmou que revogou o acesso da OpenAI à Claude Code depois que a empresa foi encontrada a usar as suas ferramentas de programação antes do lançamento do GPT-5.

Ah, o drama corporativo! É como apanhar o vizinho a espreitar por cima da cerca para ver como é que vocês fazem o vosso jardim ficar tão bonito. A ironia de usar as ferramentas da concorrência para melhorar o próprio produto não passa despercebida.

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Claude lança Opus 4.1

A Anthropic lançou o Claude Opus 4.1, uma atualização do Claude Opus 4 que melhora o desempenho em tarefas de programação, raciocínio e utilização de ferramentas, com melhorias notáveis na refatoração de código em vários ficheiros. O Opus 4.1 está disponível para utilizadores pagos do Claude e através de API, Amazon Bedrock e Vertex AI da Google Cloud.

E pronto, a resposta da Anthropic não se fez esperar! É como o momento em que alguém critica o teu trabalho e tu respondes com uma versão ainda melhor. Adoramos uma boa competição saudável no mundo da AI.

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Cloudflare diz que os bots de AI da Perplexity estão a rastrear sites bloqueados 'furtivamente'

A Cloudflare acusa a Perplexity de contornar restrições para rastrear sites, disfarçando os seus rastreadores de AI e rodando os seus IPs. A Cloudflare afirma que a Perplexity muda a sua identidade de rastreamento quando encontra um bloqueio e usa endereços IP rotativos não listados. A Perplexity respondeu, alegando que a Cloudflare confundiu os pedidos de agentes de utilizadores com rastreadores de AI.

Isto parece aqueles filmes de espionagem onde o protagonista usa disfarces diferentes para entrar em sítios proibidos. A diferença é que aqui é um bot a tentar fazer-se passar por humano. A tecnologia tornou-se mesmo interessante, mas até fico com um certo medo de onde isto pode parar...

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Elon Musk e X ganham batalha judicial contra a lei de deepfake da Califórnia

Um juiz federal derrubou uma lei da Califórnia que restringia o conteúdo deepfake gerado por AI durante as eleições, considerando-a uma vitória para Elon Musk e sua plataforma X. O juiz também pretende anular uma segunda lei que exigiria rótulos em materiais de campanha e anúncios alterados digitalmente, alegando que viola a Primeira Emenda. A decisão é um golpe para o governador da Califórnia, Gavin Newsom, que sancionou as leis em resposta a um vídeo manipulado de Kamala Harris compartilhado por Musk.

Elon volta a conseguir o que quer nos tribunais. É impressionante como consegue transformar cada batalha legal numa espécie de reality show. Resta saber se esta vitória é boa ou má para o futuro da desinformação online, porque sempre que apelam para a Primeira Emenda, me dá até calafrios nos ossos. Na minha opinião, a Primeira Emenda dos EUA são ao mesmo tempo uma bandeira da tão citada «liberdade americna» mas também um tiro no pé, pois permite que se façam coisas absurdas em nome da «liberdade de expressão».

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Google Gemini adiciona tutoria com AI, aquecendo a luta por utilizadores estudantes

A Google lançou uma ferramenta chamada Guided Learning dentro do seu chatbot Gemini, para ajudar os estudantes a resolver problemas complexos passo a passo, em vez de dar respostas instantâneas. Esta nova funcionalidade faz parte de uma resposta mais ampla à preocupação de que os chatbots possam prejudicar a educação ao contornar o processo de aprendizagem. A Fast Company falou com a COO da DeepMind, Lila Ibrahim, e com o executivo de produtos da Google, Dave Messer, sobre as ambições e estratégias da Google para esta nova ferramenta.

Finalmente alguém a pensar nos estudantes. Ver uma abordagem que não se limita a dar as respostas mastigadas, mas que realmente ensina, nos dá novo fôlego. Talvez assim os miúdos aprendam algo em vez de simplesmente copiarem respostas para os trabalhos de casa. E isto é bom também para nós, os adultos.

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Google concorda em pausar algumas atividades de AI em emergências energéticas

A Google vai pausar as cargas de trabalho de AI não essenciais para proteger as redes elétricas. A empresa já faz isto com vídeos do YouTube, movendo-os para datacenters onde a energia está mais disponível. Sob um acordo com a Indiana Michigan Power (I&M) e a Tennessee Valley Authority (TVA), a Google utilizará as mesmas técnicas para cargas de trabalho de AI. A empresa também planeia investir em fontes de energia alternativas, incluindo geotérmica, solar, eólica, hidroeléctrica e nuclear.

É bom ver empresas tech a assumirem responsabilidade pelo consumo energético. A AI pode ser fantástica, mas não serve de muito se deixarmos toda a gente às escuras. É um primeiro passo sensato num mundo onde cada query ao ChatGPT consome energia suficiente para fazer um pastel de natas.

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Google Gemini agora pode criar histórias de embalar geradas por AI

O Google lançou uma nova ferramenta dentro do chatbot Gemini AI que permite criar uma história ilustrada simplesmente descrevendo-a. O recurso, chamado «Storybook», gera histórias de 10 páginas, cada uma com um pequeno parágrafo de texto que o Gemini pode ler em voz alta e uma ilustração. É possível personalizar a história pedindo ao Gemini para usar estilos de arte específicos, como os inspirados em claymation, anime, banda desenhada e muito mais. Também é possível fazer upload de fotos e outras imagens para o Gemini referenciar, como fazer upload do desenho de uma criança e pedir ao Gemini para criar uma história sobre ele.

Isto é genuinamente fofo! Imaginem as possibilidades para pais criativamente desafiados (como eu) que querem contar histórias originais aos filhos, e olha que eu já crio histórias para dormir há um bom tempo usando apenas o GPT e o recurso de leitura em voz alta, até demos um nome à voz da AI: Juniper. Já estou a imaginar as aventuras épicas que vou inventar baseadas nos desenhos dos meus filhos, e olha que a miúda desenha bastante.

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Google lança o Gemini Deep Think AI, um modelo de raciocínio que testa várias ideias em paralelo

A Google DeepMind está a lançar o Gemini 2.5 Deep Think, um modelo avançado de raciocínio de AI capaz de responder a perguntas explorando e considerando múltiplas ideias simultaneamente. Os subscritores do plano Ultra terão acesso ao Gemini 2.5 Deep Think na app Gemini. O modelo, usado para obter uma medalha de ouro na International Math Olympiad (IMO), estará disponível para matemáticos e académicos. A Google destaca que o Gemini 2.5 Deep Think supera outros modelos de AI em testes de raciocínio e programação, e trabalha automaticamente com ferramentas como execução de código e pesquisa Google, produzindo respostas mais longas.

A Google não está para brincadeiras com este «Deep Think». É como ter um génio matemático que consegue pensar em várias soluções ao mesmo tempo. Só espero que não comece a questionar a existência como os filósofos fazem quando pensam demasiado. O meu problema aqui é só estar disponível no plano Ultra, o plano mais caro do Gemini e, atualemnte, não tenho acesso. Espero que em breve seja incluído nos demais planos.

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Agente de programação de AI da Google, Jules, já saiu da versão beta

A Google lançou o seu agente de programação de AI, Jules, fora da versão beta, após dois meses de lançamento da versão de pré-visualização pública em maio. Alimentada pelo Gemini 2.5 Pro, Jules é uma ferramenta de programação assíncrona que integra com o GitHub, clona bases de código em máquinas virtuais da Google Cloud e usa AI para corrigir ou atualizar código enquanto os programadores se focam noutras tarefas. Durante o período de testes beta, a Google observou um grande uso de dispositivos móveis para acessar a ferramenta.

Jules parece ser o colega de trabalho dos sonhos - faz o trabalho chato enquanto tu bebes café. O facto de muita gente estar a usá-lo no telemóvel mostra que os programadores realmente querem supervisionar o seu código robótico até quando estão na fila do supermercado, ou simplesmente acabaram de ler um artigo sobre o Jules (geralmente leem no telemóvel) e ali mesmo resolvem experimentar, portanto não sei o quanto disto é um teste de curiosidade ou uso real. Resta saber se vai bater de frente com o Claude Code, que é mesmo o queridinho de todos nós programadores.

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AI de saúde da Google inventou parte do corpo

A Google considerou um erro do seu modelo Med-Gemini como um erro de digitação. Os especialistas dizem que demonstra os riscos da AI na medicina.

Ups! Quando a AI começa a inventar partes do corpo humano, talvez seja altura de abrandar um bocadinho. É um lembrete importante de que, por muito inteligentes que sejam, estes sistemas ainda precisam de supervisão humana, especialmente quando se trata da nossa saúde.

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Google anuncia o Kaggle Game Arena

O Kaggle do Google vai sediar um torneio de xadrez de AI para avaliar as capacidades de raciocínio dos principais modelos de AI, incluindo o o3 e o4-mini da OpenAI, o Gemini 2.5 Pro e o Gemini 2.5 Flash da Google LLC, o Claude Opus 4 da Anthropic e o Grok 4 da xAI Corp. O torneio tem como objetivo avaliar as capacidades de pensamento estratégico dos modelos através de jogos e fornecer um ranking abrangente com base no seu desempenho. O Kaggle Game Arena, em parceria com o Chess.com, irá transmitir ao vivo as simulações, com comentários de Levy Rozman e Hikaru Nakamura.

Isto vai ser épico! Um torneio de xadrez entre AI com comentários do Hikaru? É como um cruzamento entre o Queen's Gambit e um filme de ficção científica. Já estou a imaginar as reações do Hikaru quando uma AI faz um movimento completamente inesperado.

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Novo modelo de AI da Google cria mundos de videojogos em tempo real

A Google DeepMind está a lançar uma nova versão do seu modelo de AI, chamado Genie 3, capaz de gerar ambientes 3D com os quais os utilizadores e agentes de AI podem interagir em tempo real. A empresa também está a prometer que os utilizadores poderão interagir com os mundos por muito mais tempo e que o modelo se vai lembrar do estado das coisas quando se olha para outro lado. Os modelos de mundo são um tipo de sistema de AI que pode simular ambientes para fins como educação, entretenimento ou para ajudar a treinar robôs ou agentes de AI.

Estamos oficialmente no futuro! Criar mundos de videojogos apenas com texto é o tipo de coisa que sonhávamos quando éramos putos. Agora só falta conseguir que os NPCs parem de andar contra as paredes.

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Hackers sequestram o Gemini AI do Google com um convite de calendário envenenado

Investigadores de segurança demonstraram como a inteligência artificial (AI) pode ser utilizada para criar o caos no mundo real, permitindo que terceiros desliguem luzes, abram persianas inteligentes e muito mais, através de ataques sofisticados ao Gemini AI do Google. Os ataques começam com um convite de calendário do Google «envenenado» que inclui instruções para ativar os produtos domésticos inteligentes num momento posterior. O Google está a levar estes problemas «extremamente a sério» e já introduziu várias correções.

E aqui está a prova de que a casa inteligente pode rapidamente tornar-se numa casa mal-assombrada. É impressionante (e assustador) como um simples convite de calendário pode transformar o teu lar numa discoteca involuntária. Pelo menos agora sabemos que os hackers têm sentido de humor.

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Illinois proíbe a AI de fornecer serviços de saúde mental

O governador de Illinois, JB Pritzker, aprovou uma nova lei que proíbe o uso de sistemas de inteligência artificial na prestação de serviços de psicoterapia. A lei visa proteger os residentes de conselhos potencialmente prejudiciais e garante que os serviços de saúde mental sejam prestados por especialistas qualificados.

Uma decisão sensata, na minha opinião. Por muito que a AI possa ser útil, há certas áreas onde precisamos mesmo de um toque humano. A saúde mental é definitivamente uma delas, ninguém quer um robô a dizer-lhe para «tentar ser mais positivo» quando está a passar por uma crise.

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MetaStone Tec lança o XBai-04, um modelo de AI de código aberto de quarta geração

A MetaStone Tec lançou o XBai-04, um modelo de AI de código aberto de quarta geração que se destaca em capacidades complexas de raciocínio e superou o OpenAl-03-mini no modo Medium. O XBai-04 é treinado com base numa forma generativa reflexiva que combina «Long-CoT Reinforcement Learning» e «Process Reward Learning» num formulário de treino unificado, reduzindo os custos de inferência e melhorando a qualidade das respostas. Os parâmetros do modelo estão disponíveis para download.

Mais uma empresa a entrar na corrida da AI com um modelo open source. Está cada vez melhor ver alternativas gratuitas a competir com os gigantes. O nome XBai-04 soa a algo saído de um filme de ficção científica, o que é sempre um bom sinal.

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Nvidia rejeita possibilidade de backdoor em chips de AI

A Nvidia rejeitou a possibilidade de incluir kill switches e backdoors nos seus chips de inteligência artificial (AI), afirmando que tal viola os princípios fundamentais da cibersegurança. Esta posição surge em meio a pressões de legisladores dos EUA que pretendem que a Nvidia conceda ao governo acesso aos seus chips, enquanto a China alega que tais backdoors já existem. A empresa enfatiza que os seus GPUs não têm nem devem ter kill switches ou backdoors, argumentando que estes criam vulnerabilidades perigosas e prejudicam os interesses económicos e de segurança nacional dos EUA.

A Nvidia a fazer o papel de adulto responsável na sala. Me anima ver uma empresa tech a dizer «não» a backdoors, mesmo quando há pressão política. Afinal, se há uma coisa que aprendemos com os filmes, é que os botões de «desligar tudo» nunca funcionam quando precisamos deles. Ainda assim, sinceramente, não acredito que não vá acontecer, o governo americano sabe sem bem persuasivo quando quer as coisas, neste caso, espero que a Huawei alcance logo o nível de qualidade em suas GPUs para ser uma boa alternativa à Nvidia.

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OpenAI lançou finalmente o GPT-5. Aqui está tudo o que precisa de saber

A OpenAI lançou o GPT-5, a mais recente versão do seu modelo de linguagem de referência, para todos os utilizadores do ChatGPT, com melhorias como maior inteligência, velocidade e precisão, além de uma menor taxa de alucinação. A nova versão introduz também variantes como o GPT-5-mini e o GPT-5-nano, oferecendo diferentes opções de utilização e custos. Além disso, os utilizadores Pro poderão conectar as suas contas Google ao ChatGPT e escolher entre diferentes personalidades de chat.

Finalmente, o GPT-5 chegou e parece que desta vez a OpenAI levou a sério o problema das alucinações. As diferentes personalidades de chat são um toque interessante - é como ter múltiplos assistentes com temperamentos diferentes, entretanto, em meus testes, não tenho recebido resultados melhores do que recebia com o 4o...

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OpenAI acaba de lançar os seus primeiros modelos de código aberto desde o GPT-2

A OpenAI lançou os seus primeiros modelos de código aberto em mais de cinco anos, os gpt-oss-120b e gpt-oss-20b, que podem ser executados localmente em dispositivos de consumo e ajustados para fins específicos. A empresa vê isto como uma mudança da sua estratégia recente de se concentrar em lançamentos proprietários e aproximar-se de um grupo mais vasto e aberto de modelos de AI disponíveis para os utilizadores.

Plot twist! A OpenAI a voltar às suas raízes open source depois de anos de modelos fechados. Esperemos que isto signifique mais inovação e menos dependência de APIs pagas, apenas de em se tratando de OpenAI não tenho tantas esperanças.

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OpenAI lança um modelo GPT-5 mais poderoso para codificação e escrita

A OpenAI está a lançar um novo modelo de inteligência artificial mais poderoso e há muito aguardado, chamado GPT-5, numa tentativa de se manter à frente da crescente concorrência de rivais nos EUA e na China. O GPT-5, apresentado durante um evento transmitido ao vivo na quinta-feira, foi concebido para ser mais capaz de codificar e escrever de forma criativa, bem como de raciocinar através de consultas complexas. Numa sessão de informação com jornalistas esta semana, o diretor executivo da OpenAI, Sam Altman, chamou-lhe uma «grande atualização» dos modelos de AI anteriores da empresa. Pela «primeira vez», disse ele, «parece mesmo que estamos a falar com um especialista em qualquer assunto.»

Sam Altman não poupa nas promessas! «Especialista em qualquer assunto» é uma declaração bastante audaz. Vamos ver se o GPT-5 consegue realmente estar à altura do hype ou se vai ser mais um caso de «marketing entusiasmado».

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OpenAI oferece ChatGPT por 1 dólar por ano a funcionários do governo dos EUA

A OpenAI está a fornecer acesso ao seu produto ChatGPT a agências federais dos EUA a um custo nominal de 1 dólar por ano como parte de um esforço para que o seu chatbot de AI seja mais amplamente adotado. A medida surge depois de a Administração de Serviços Gerais ter anunciado que aprovou a OpenAI, juntamente com a Google da Alphabet Inc. e a Anthropic, como fornecedores no seu novo mercado que permite que as agências federais comprem software de AI em grande escala. A OpenAI está a oferecer a versão empresarial do seu produto ChatGPT, que inclui funcionalidades de segurança e privacidade melhoradas.

Um dólar por ano? Isso é praticamente grátis! É uma jogada inteligente da OpenAI para se meter nas boas graças do governo americano. Agora só esperemos que os funcionários públicos usem a AI para melhorar os serviços e não para escrever emails mais criativos e que no futuro também nos façam um preço mais em conta também. =)

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Perplexity adquire Invisible para impulsionar a infraestrutura de agentes de AI

A Perplexity, unicórnio de AI, adquiriu a Invisible, uma empresa especializada em infraestrutura escalável para agentes de AI, de acordo com um anúncio do CEO da Perplexity, Aravind Srinivas. A equipa Invisible, com experiência anterior na Uber e Cloud Kitchens, ajudará a escalar o navegador de AI da Perplexity, Comet. A Invisible descreve-se como fornecendo infraestrutura para o mundo nativo de AI, combinando agentes de AI e dados pessoais para transformar várias indústrias. A empresa oferece dois produtos principais: A3, uma API de automação de nível empresarial para agentes autónomos, e Taka, que chama de o primeiro CFO pessoal de AI do mundo. A Invisible confirmou a aquisição, notando que o navegador Comet da Perplexity alinha-se com a sua visão, transformando a navegação numa experiência mais abrangente. Os termos financeiros da aquisição não foram divulgados.

Adquirir uma empresa especializada em agentes de AI mostra que estão realmente apostados em criar algo revolucionário. Um CFO pessoal de AI? Isso pode ser útil para quem tem dificuldades em gerir as finanças (ou seja, praticamente toda a gente, incluindo eu).

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Vetores de persona: Monitorização e controlo de traços de carácter em modelos de linguagem

Este artigo da Anthropic explora o conceito de «vetores de persona» em modelos de AI, que são padrões de atividade nas redes neurais que controlam os traços de carácter dos modelos. O estudo demonstra como estes vetores podem ser usados para monitorizar mudanças de personalidade, mitigar comportamentos indesejados durante o treino e identificar dados problemáticos que levam a desvios de personalidade, com o objetivo de garantir que os modelos de AI se mantêm alinhados com valores humanos.

Isto é fascinante! A Anthropic está literalmente a mapear a personalidade dos seus modelos de AI. Exatamente como fazer terapia para robôs, garantindo que não desenvolvem traços de personalidade indesejados. Quem diria que um dia estaríamos preocupados com a saúde mental artificial? Eu sequer dei jeito na minha ainda!

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Alibaba lança o Qwen Image

O Qwen-Image é um modelo de código aberto da Alibaba que se destaca na geração de imagens com texto incorporado em inglês e chinês, superando outros modelos em renderização de texto chinês e oferecendo vantagens para empresas, como personalização e potencial para geração de dados sintéticos.

A Alibaba a entrar forte no mercado de geração de imagens? O facto de ser especializado em texto chinês e inglês mostra que estão a pensar no mercado global, mas gostava de ver mais línguas incluídas, inclusive o meu bom e velho Português. É sempre bom ter mais opções open source para quem não quer depender só do DALL-E ou Midjourney.

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Raciocínio auto-adaptativo para a ciência

O artigo descreve o CLIO, um sistema de raciocínio auto-adaptativo que aumenta o desempenho de modelos de linguagem em tarefas científicas, permitindo maior controlo e explicabilidade. Este sistema, desenvolvido pela Microsoft, ajusta o seu processo de raciocínio em tempo real, superando modelos pré-treinados em domínios como a biologia e a medicina. O CLIO oferece novas camadas de controlo para cientistas, promovendo a confiança e a utilidade em áreas como a descoberta de medicamentos e a análise financeira.

É a Microsoft a tentar ser relevante na corrida da AI científica. O CLIO parece promissor, especialmente para investigação médica. É ótimo ver sistemas que se adaptam em tempo real em vez de darem respostas fixas e potencialmente incorretas, vou ficar de olho nisto e ver o quanto isto prospera.

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Otimização do ChatGPT

A OpenAI está a otimizar o ChatGPT para ajudar os utilizadores a progredirem, aprenderem coisas novas e resolverem problemas. Em vez de medir o sucesso pelo tempo gasto ou cliques, a OpenAI preocupa-se mais com o facto de os utilizadores saírem do produto tendo feito o que vieram fazer, dando prioridade à utilidade real a longo prazo, em vez de apenas respostas agradáveis no momento. Para isso, a OpenAI está a trabalhar em estreita colaboração com especialistas para melhorar a forma como o ChatGPT responde em momentos críticos, como quando alguém mostra sinais de angústia mental ou emocional.

Finalmente uma empresa tech a preocupar-se com o bem-estar dos utilizadores em vez de só com engagement. Gostei de ver que a OpenAI quer que realmente saiamos da plataforma quando acabamos o que tínhamos para fazer, em vez de nos manter lá indefinidamente, como fazem praticamente 100% das rede sociais.

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Manus lança o Wilde Research

A startup de AI de Singapura, Manus, lançou o «Wide Research», uma nova funcionalidade experimental que permite aos utilizadores executar tarefas de grande escala e alto volume, aproveitando o poder de agentes de AI paralelos. A funcionalidade visa simplificar a pesquisa, a sumarização e a produção criativa, permitindo aos utilizadores delegar tarefas a dezenas ou mesmo centenas de subagentes, cada um capaz de operar de forma independente e realizar tarefas gerais. A Manus oferece vários planos de preços para o Wide Research, desde opções gratuitas a opções premium, prometendo transformar a forma como os utilizadores interagem com a AI em escala.

Cem agentes a trabalhar para ti? Isso soa ao sonho de qualquer procrastinador. É uma abordagem diferente - em vez de um super-agente, tens uma multidão de mini-agentes. É como ter o teu próprio exército de Mínimos digital e pessoal.

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GLM-4.5 é lançado

A série de modelos GLM-4.5 são modelos de base projetados para agentes inteligentes. O GLM-4.5 possui 355 mil milhões de parâmetros totais com 32 mil milhões de parâmetros ativos, enquanto o GLM-4.5-Air adota um design mais compacto com 106 mil milhões de parâmetros totais e 12 mil milhões de parâmetros ativos. Os modelos GLM-4.5 unificam capacidades de raciocínio, codificação e agente inteligente para atender às exigências complexas de aplicações de agentes inteligentes.

Mais um modelo focado em agentes, e, pelos meus testes, em codificação. Parece que 2025 vai ser mesmo o ano dos agentes de AI. O GLM-4.5 com os seus números impressionantes de parâmetros mostra que a corrida pela supremacia da AI está longe de acabar. Este me parece muito promissor como um agente de código, e já estou a utilizar para algumas tarefas. Em breve teremos mais feedbacks aqui.

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PAPER: ReaGAN, Rede Agêntica de Grafos de Raciocínio Nó-como-Agente

O artigo apresenta o ReaGAN, um novo framework para redes neuronais de grafos que capacita cada nó com tomada de decisão autónoma, permitindo um planeamento a nível do nó e uma propagação de mensagens adaptativa. O ReaGAN alcança um desempenho competitivo em ambientes com poucos exemplos, utilizando um backbone LLM congelado, demonstrando o potencial do planeamento agêntico e da recuperação local-global na aprendizagem de grafos.

Este paper do ReaGAN é fascinante para quem gosta de investigação em AI. A ideia de dar autonomia a cada nó numa rede neural é revolucionária - é como se pudéssemos transformar uma orquestra numa banda de jazz onde cada músico improvisa mas ainda assim mantém a harmonia geral. Só não sei até onde isto vai...

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E assim chegamos ao fim de mais uma semana intensa no mundo da tecnologia! Entre bots conspirativos, AI que inventam partes do corpo e modelos que nos ajudam a contar histórias aos miúdos, uma coisa é certa: nunca nos aborrecemos nesta indústria.

O lançamento do GPT-5 foi sem dúvida o destaque da semana, mas não podemos ignorar os avanços impressionantes que vimos em todas as frentes - desde ferramentas educativas até sistemas de raciocínio avançado. É evidente que estamos numa fase de maturação da tecnologia de AI, onde a competição está a forçar inovações reais que beneficiam todos nós.

Para a próxima semana, fiquem atentos aos desenvolvimentos na frente dos agentes de AI - parece que vai ser o próximo grande campo de batalha. E não se esqueçam: por muito inteligente que a AI se torne, ainda precisamos do bom senso humano para a manter no bom caminho.

Até à próxima, e que os vossos algoritmos sejam sempre eficientes! ☕️


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